Das lan’s, do frango no sal, das vergonhas que passava no zagalo, do martini branco, dos metralhas, das vizinhas dos metralhas, da dispensa dos metralhas. Das aventuras com o estrado a meio da noite.
Do clube cinéfilo e das noites passadas em “rebanho” a ver filmes, de ver o matrix a penalti, do croissant simples pela manhã. Das francesinhas com molho “especial”, das pizzas perdidas.
Das nossas discussões sem sentido, quando tu fazias de propósito para me tirar do sério. Das tuas pilhas de cd’s com backup’s para poderes formatar o portátil quase diariamente porque qualquer coisa tinha estoirado, da tua desarrumação… do Cardoso chatear a Paula. Do Gamelas a ajudar. Das desculpas do Dutra com compromissos inadiaveis. Do Xano, e do seu inseparável arroz, de ele “gostar de cá andar”.
Tenho saudades da Silvia falar a cantaaar, das esquisitisses do Carlos, de criticares por achares que parecia uma boneca de porcelana. Da simplicidade, do relax e dos caracóis do Zeca.
Tenho saudades vossas…



Das minhas esquisitices? hehe Se não fosse assim não tinhas saudades
Aiiii, as vizinhas dos metralhas…. adorava abrir a porta a estas vizinhas…
Será que elas alguma vez chegaram a perceber quantas pessoas vivam na casa dos metralhas?
A saudade fica de coisas que nos marcam. E muitas vezes das coisas que na altura nos parecem desnecessárias, irritantes, enfadonhas ou imprevistas. O facto é que marcam. Para o melhor e para o pior.
E claro, as nossas vizinhas (sou um dos metralhas, o mais bonito por sinal) marcaram bastante. Vivíamos 3 na casa, mas foram muitas mais as que abriram a porta e a pedir desculpa pelo barulho a altas horas.
Saudades? Muitas. Porquê? Coisas passadas, momentos bons, confusão divertida. Situações com pessoas DO MELHOR e que não se repetem… recordam-se!
Passei não muitos tempos convosco mas muito bons… e foram dos que mais marcaram. Espírito de camaradagem, brincadeira, rambóia e claro o máximo gozo sempre que possível.
Desculpem todos a quem eu e o Cardoso demos cabo do juízo, mas era a Ba que nos pedia secretamente para o fazer…
As vocíferadelas do Cardoso que se ouvem dentro de um bar com música altíssima, aos xiiiiiiiiiuuussss irritantes da Ba que faziam mais barulho que nós todos juntos.
Os molhos fabulosos de francesinha que iremos fazer por muitos e muitos anos pelo menos enquanto houver quem não o deixe colar.
E acreditem, foi nesse ano que trouxe o melhor de Coimbra. Amigos pro resto da vida..
Antes de mais, eu não tenho culpa que o windows estoirasse todas as semanas… O:-) – É claro que eu devia ter tido juízo e simplesmente não o tentar usar sequer…
O que é que fazemos com isto? Com as saudades? Recuperamos estes momentos através da memória? Através da escrita? Serão de alguma forma recuperáveis? Serão sempre recuperáveis dentro de nós. Sempre que nos lembrarmos deles e os voltarmos a partilhar. Mesmo assim, à distância, só ao ler este texto. Fico parada durante algum tempo. Faço pausas no comentário que estou a escrever, para rememorar episódios, risos, mas também stress e choros, porque eles nos tornam mais fortes.
Um grande abraço
“O que é que fazemos com isto? Com as saudades? Recuperamos estes momentos através da memória? Através da escrita? Serão de alguma forma recuperáveis? Serão sempre recuperáveis dentro de nós.”
Paula Paula… Paulinha…. podias fazer como nós e aparecer aos jantares!!
Tou a pegar contigo para lembrares melhor os velhos tempos!
eheheh
mas olha que agora estou bem mais complexo
nostalgia é boa e faz bem!!!
ps: tenho que saber fazer contas de somar para comentar
4+8 uia