mannliche Impotenz
 
Jul
29
2009
2

O Poder da Web

Em Março do ano passado o música canadiano o músico canadiano Dave Carrol teve um problema com uma companhia aérea, quando a sua guitarra partiu durante o voo e não foi indemnizado.

Passado mais de um ano, decidiu fazer uma reclamação, não por escrito, mas através de vídeo. Fez um vídeo, onde cantou o seu problema e divulgou-o no Youtube.

Escusado será dizer que milhares de pessoas viram o vídeo.  Dave já foi ao programa da Oprah Winfrey, deu dezenas de entrevistas e, claro, a companhia aérea, não só o indemnizou dando uma nova guitarra, como muitos outros beneficios.

encontrei esta noticia aqui: http://aeiou.visao.pt/como-uma-reclamacao-virou-hit-no-youtube=f523278 e aqui http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Media/Interior.aspx?content_id=1317923

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Escrito por Bárbara Bettencourt Cravo em: Internet |
Mar
19
2009
7

As redes sociais e a exposição dos sentimentos

redes_sociais

Actualmente estou inscrita em várias redes sociais (como podem verificar na barra lateral). Numas tenho uma participação mais activa, noutras foi apenas por curiosidade.  No entanto, nos últimos dias, tenho reflectido mais sobre elas e sobre o que escrevo, divulgo, partilho ou não, e porquê…?!

Às vezes dou por mim, com a necessidade de partilhar o que penso, sinto ou o que estou a fazer, seja no messenger, twitter, no hi5 ou no facebook…. venho no carro a pensar se escrevo determinada frase ou não, se partilho determinado episódio que me aconteceu, e aliás o facto de perguntarem “o que estás a fazer”, ou mesmo a filosofia de “following me”, transmite-nos este pensamento.

Estas aplicações vieram criar a  necessidade de partilhar sentimentos e emoções com outras pessoas e comunicar através destes meios.

Mas antes de escrever alguma coisa, “sou obrigada” a pensar: “Quem vai ler? Como vai interpretar… se calhar é melhor não escrever”.

Então sou livre ou não? posso escrever o que sinto, penso, estou a fazer… ou tenho de pensar na rede e na maneira como vou ser interpretada?

Outro aspecto é pensar nos amigos que se fazem nas redes sociais. Na minha opinião nas redes sociais, não se fazem amigos. Eu uso o hi5 e o facebook como um meio para “encontrar” amigos que já não vejo há muito tempo e é uma forma de comunicarmos.  É também engraçado adicionar os amigos que vou fazendo na vida real, e poder expandir assim a minha rede. Mas, não aceito nem convido pessoas que nunca vi, só para fazer amigos. Qual é o interesse dessas pessoas em saber onde ando ou o que faço?

Quanto ao Twitter, ao contrário das redes sociais convencionais, o vínculo de amizade no Twitter é fraco. Para começar, não se pede autorização para se seguir alguém(à excepção de quem tem o perfil bloqueado). Segue, e ponto. Nem escolhe quem vai segui-lo, embora ainda possa bloquear pessoas. Isso muda tudo. Primeiro porque não há tantos pensamentos sobre deixar de seguir alguém. Excluir alguém do hi5, do facebook ou Orkut é dramático. Já deu até origem a letras de musicas. É quase como rasgar fotos. Deixar de seguir alguém no Twitter é normal, se me deixou de interessar o que essa pessoa escreve.

Outra situação que me faz confusão, são as conversas e “discussões” através de messenger. Não conseguimos perceber os sentimos realmente envolvidos na conversa, faltam expressões… é facil escrever, o que muitas vezes é dificil dizer quando se está em contacto real.

O que acham disto? já vos aconteceu deixarem de publicar alguma coisa que gostariam de partilhar com alguém mas deixaram de o fazer por precaução? deixem o vosso comentário…

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Escrito por Bárbara Bettencourt Cravo em: Eu..., Internet | Tags:, , , , ,
Fev
11
2009
2

“Vai ver se tou online”

No meu tempo o “vai ver se está a chover!” era comum, agora pegou a moda do “Vai ver se estou online”. Hoje em dia, é urgente que os pais se preocupem se os filhos estão online, com quem e a fazer o quê! Não com o intuito de controlo ou proibitivo, mas com um carácter protector, conselheiro.

A Geração actual, aquela que deveria andar na rua, a andar de bicicleta e a jogar futebol até esmurrar os joelhos, não o faz. em vez disso ficam fechados nos quartos, em frente aos computadores bastante “mais seguros”! bem pelo menos em relação à chuva e aos arranhões…

O que começa com comentários inocentes no hi5, desenvolve para troca de contactos de instant messaging (vulgo MSN) e começa aqui o que muitas vezes nem sempre acaba bem. São cada vez mais os jovens com idades na faixa etária dos 12 aos 17 anos que descobre este novo Mundo e se deixa envolver pelas novas amizades que pensam ser credíveis.

Não sou contra, estas comunidades, muito pelo contrário. Mas numa sociedade que se diz cada vez mais informada custa-me ver que os pais acreditem que os seus filhos estão seguros, porque afinal estão no quarto e ninguém entra lá sem eles verem.

Ontem foi o Dia Europeu da Internet Segura, mas pouco se falou sobre o assunto. Com o boom dos computadores portáteis e o cyberbullying em crescimento a olhos vistos, não se vêem campanhas de sensibilização.

Alguns artigos:
• Cibber.net
• RTP
• no ler para crer

Outros websites:
• Segura Net
• Internet Segura
• Miúdos seguros na net

Investigação: Abusos Sexuais e chantagem na net – revista Visão n.º831

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Escrito por Bárbara Bettencourt Cravo em: Internet | Tags:,
Jan
27
2009
2

A Presidência da República aderiu à WEB 2.0

2009-01-27_1905

A Presidência da República aderiu às comunidades virtuais, podemos navegar pelo twitter, o youtube, o sapo vídeos e o flickr, uma resposta às novas necessidades de comunicação segundo Cavaco Silva.

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Escrito por Bárbara Bettencourt Cravo em: Internet | Tags:, ,
Jan
22
2009
2

A Internet na prova oral da Antena 3

Tenho um blog, um espaço que é meu, com um alojamento que comprei.

Agora que tenho um espaço meu, posso escrever o que bem me apetecer sem qualquer tipo de censura ou regras? Existem regras para me proteger a mim, ou aos “alvos” dos meus posts?

Numa das minhas curtas viagens entre o trabalho e casa, ouvi mais um programa “prova oral“, ontem dedicado à Internet… deixo-vos o podcast.

Os convidados de Fernando Alvim foram Eduardo Pinheiro autor do livro “Wikipédia: Guia Prático de Consulta e Edição” e Pedro Fonseca, autor do livro “Blogues Proibidos” as conversas andaram à volta do que podemos/devemos ou não escrever nos blogs e wikipédia e quais as consequências disso.

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Escrito por Bárbara Bettencourt Cravo em: Internet | Tags:, , ,

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